E se de repente o Costa lhe oferecer flores?
expresso / Entre o deslumbramento quente e o cinismo frio, os comentários ao congresso do CDS passam por todas a matizes. O que só prova o sucesso da reunião e de Assunção Cristas: ser discutida é melhor do que ser ignorada, criar confusão entre os interpretadores é sinal de que é levada a sério. Alguns comentadores acharam encantador o atrevimento; logo aplaudem aquela de querer passar a ser o partido dos 59 deputados, para ter mais um do que a metade de 116, mas no mesmo compasso acham a coisa estapafúrdia, significaria ter mais do triplo dos deputados atuais, aliás alguns emprestados pelo PSD nas listas da coligação da saudosa PAF.

Explica Adolfo Mesquita Nunes, rock star da abertura liberal de Cristas, aqui no Expresso: não a levem à letra, ela quer ser primeira ministra e pisar o PSD, só não sabe é quando, se não for em 2019 será em 2023 ou 2027 ou quando deus quiser. Outros, mais calculistas, lembram que isso de subir não é por mera prosápia e que todas as sondagens dão teimosamente o CDS entre os 5 e os 7%, tão longe dos 25% de que necessitaria para "transformar o sonho em realidade", como carinhosamente descrito pela presidente do partido. O CDS está portanto a vender uma fábula, que serve para animar militantes e para atordoar comentadores e jornalistas, tudo com sucesso. Parabéns a Cristas.

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E se de repente o Costa lhe oferecer flores?

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